DISPOSIÇÕES GERAIS


Política de Privacidade de Dados

Serviço do 7º Ofício do Registro de Imóveis / RJ



O SERVIÇO DO 7° DE REGISTRO DE IMÓVEIS DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO , doravante denominado CARTÓRIO, tem o compromisso de respeitar a privacidade de seus colaboradores, parceiros, fornecedores e usuários deste site e dos serviços oferecidos em suas instalações físicas e ser transparente no que se refere ao tratamento de dados.

Dessa forma, criamos essa política para esclarecer a forma como tratamos dados pessoais, em consonância com as previsões legais, incluindo a Lei Geral de Proteção de Dados, Lei 13.709/2018 e outros normativos regulamentadores, incluindo, mas não se limitando aos normativos editados pelo Conselho Nacional de Justiça e pela Corregedoria Geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

Por meio dessas diretrizes, nos comprometemos a promover esforços para garantir a proteção de dados pessoais, por meio da disseminação interna e externa de práticas adequadas de coleta, guarda, tratamento e eliminação de dados, bem como por meio de:



PRINCIPAIS CONCEITOS LEGAIS




DOS PRINCÍPIOS


As atividades de tratamento de dados pessoais deverão observar a boa-fé e os seguintes princípios:


1 – Finalidade: realização do tratamento para propósitos legítimos, específicos, explícitos e informados ao titular, sem a possibilidade de tratamento posterior de forma incompatível com essas finalidades;

2 – Adequação: compatibilidade de tratamento com as finalidades informadas ao titular, de acordo com o contexto do tratamento;

3 – Necessidade: limitação do tratamento ao mínimo necessário para a realização de suas finalidades, com abrangência dos dados pertinentes, proporcionais e não excessivos em relação às finalidades do tratamento de dados;

4 – Livre acesso: garantia, aos titulares, de consulta facilitada e gratuita sobre a forma e duração do tratamento, bem como sobre a integralidade de seus dados pessoais;

5 – Qualidade dos dados: garantia, aos titulares, de exatidão, clareza, relevância e atualização dos dados, de acordo com a necessidade e para cumprimento da finalidade de seu tratamento;

6 – Transparência: garantia, aos titulares, de informações claras, precisas e facilmente acessíveis sobre a realização do tratamento e os respectivos agentes de tratamento, observados os segredos comercial e industrial;

7 – Segurança: utilização de medidas técnicas e administrativas aptas a proteger os dados pessoais de acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou difusão;

8 – Prevenção: adoção de medidas para prevenir a ocorrência de danos em virtude do tratamento de dados pessoais;

9 – Não discriminação: impossibilidade de realização do tratamento para fins discriminatórios ilícitos ou abusivos;

10 – Responsabilização e prestação de contas: demonstração, pelo agente, da adoção de medidas eficazes e capazes de comprovar a observância e o cumprimento das normas de proteção de dados pessoais e, inclusive, da eficácia dessas medidas



NOSSO REGIME

As Serventias Extrajudiciais estão sujeitas a um regime híbrido de tratamento de dados pessoais.

Há diferentes formas de tratamento no que se refere a atos inerentes ao exercício dos ofícios extrajudiciais e aos atos decorrentes de gerenciamento administrativo e financeiro. Essa distinção foi adotada porque os primeiros recebem o mesmo tratamento dispensado às pessoas jurídicas de direito público pela LGPD, mas o gerenciamento administrativo e financeiro é responsabilidade, inclusive quanto ao custeio, dos titulares das delegações. Nessa linha, a equiparação às pessoas jurídicas de direito público quanto aos atos inerentes ao exercício dos ofícios extrajudiciais produz efeitos específicos, como a dispensa do consentimento do titular dos dados pessoais para a prática dos atos típicos de notas e de registro, o que não ocorre com os atos decorrentes do gerenciamento administrativo e financeiro da Serventia.

Conforme dispõe o art. 1039 do Provimento 87/2010, o tratamento de dados pessoais destinado à prática dos atos inerentes ao exercício dos respectivos ofícios será promovido de forma a atender à finalidade da prestação do serviço, na persecução do interesse público, e com os objetivos de executar as competências legais e desempenhar atribuições legais e normativas dos serviços públicos delegados. Nesse contexto, consideram-se inerentes ao exercício dos ofícios:


Os demais atos praticados no exercício do gerenciamento administrativo e financeiro da Serventia se submetem, no que toca ao tratamento de dados pessoais, ao mesmo regime aplicável às pessoas jurídicas de direito privado e não dispensarão o consentimento, a ser colhido em documento apropriado, ou outro enquadramento legal específico para o devido tratamento.



IDENTIFICAÇÃO DOS RESPONSÁVEIS




DA INTERLOCUÇÃO A GERAR O FORNECIMENTO DE DADOS PESSOAIS


Atendimento presencial - Dados pessoais são fornecidos diretamente pelo usuário para que sejam realizados registros e/ou averbações ou para a realização de consulta.

Atendimento remoto - Dados pessoais são fornecidos diretamente pelo usuário por intermédio do SREI para a solicitações à serventia, de forma que sejam realizados registros e/ou averbações ou para a realização de consulta, de maneira remota.

Funcionários, Candidatos e Prestadores de Serviços - No contexto de relações de trabalho, prestação de serviços ou de atividades de recrutamento, quando atuar enquanto empregador ou potencial empregador ou contratante de serviços, dados pessoais poderão ser tratados para fins de comunicação, recrutamento, manutenção de banco de currículos e/ou cumprimento de obrigações trabalhistas e fiscais.

Outros – Muitas vezes, são enviados dados pessoais voluntariamente por meio eletrônico ou físico, por meio de documentos como currículos e outros. Os dados pessoais poderão ser compartilhados com nossos fornecedores, desde que no âmbito da atividade meio – gerenciamento administrativo e financeiro - e nos limites da necessidade que gerou a prestação de serviços.
Nossos fornecedores também adotam política de proteção de dados. 
Outros compartilhamentos seguirão estritamente as permissões e limites da LGPD e da legislação específica.



DAS PRINCIPAIS CATEGORIAS DE DADOS PESSOAIS TRATADOS, SUAS FINALIDADES E FUNDAMENTO LEGAL



OUTROS DADOS PESSOAIS E FINALIDADES DE TRATAMENTO

Outras operações de tratamento de dados pessoais poderão ser fundamentadas em uma ou mais hipóteses dentre as elencadas no Art. 7º e a finalidade de sua realização será explicitada de forma clara ao titular.

No tocante ao tratamento realizado com base no legítimo interesse, este poderá se dar para atendimento de finalidades legítimas, consideradas a partir de situações concretas, que incluem, mas não se limitam a:


Em qualquer caso não vinculado à atividade fim registral ou mesmo a outro dispositivo específico que fundamente o tratamento de dados, será obtido consentimento expresso do titular dos dados pessoais.


DIREITOS DO TITULAR E SOLICITAÇÕES REFERENTES A DADOS PESSOAIS

A qualquer tempo, o titular dos dados coletados pelo Cartório poderá solicitar informações, a correção, atualização e exclusão de seus dados pessoais, respeitadas as limitações legais específicas da atividade registral, já que a legislação determina a publicidade permanente a algumas informações. Da mesma forma, caso o titular seja destinatário de mensagens institucionais, convites, cartões comemorativos, pesquisas e outras mensagens informativas e não mais deseje recebê-las, poderá solicitar por meio do e-mail lgpd@7ri-rj.com.br. O pedido deve ser atendido em até 15 (quinze) dias.

Será disponibilizado formulário próprio para tais solicitações em meio físico e eletrônico.

Todos os direitos do titular dos dados estão previstos no art. 18 da Lei 13.709/2018 e podem ser exercidos a qualquer momento e mediante requisição ao Encarregado pelo e-mail lgpd@7ri-rj.com.br. São eles:



Em caso de negativa do pedido, será apresentada a devida justificativa.

Importante destacar, ainda, que a prestação das informações com base no direito do titular não é equiparada, para fins de efeitos legais, à emissão de certidão.



TEMPO DE GUARDA E ELIMINAÇÃO


O término do tratamento de dados ocorrerá: i)  quando do término da finalidade do tratamento de dados pessoais e período de tratamento;  (ii) após o tempo necessário para preservar o legítimo interesse do Cartório ou de terceiros e o exercício regular de direitos do Cartório, caso aplicável (prazos prescricionais, por exemplo); iii) caso o titular dos dados solicite o término do tratamento de dados, desde que não seja aplicável a hipótese do item ii; iv) em caso de determinação legal ou de autoridade competente.

Após o período de tratamento dos dados, a guarda de documentos e dados pessoais será mantida, respeitadas as restrições de acesso e os direitos do titular, nas seguintes situações: i) para cumprimento de obrigação legal ou regulatória; ii) se os dados já forem públicos; iii) para transferência a terceiro, respeitados os requisitos legais iv) para uso interno e exclusivo, vedado seu acesso por terceiro e garantida a anonimização de dados pessoais e sensíveis nos documentos.



COMPARTILHAMENTO DE DADOS PESSOAIS

Os dados pessoais poderão ser compartilhados consoante finalidades específicas e apenas mediante ordem expedida por autoridade competente no cumprimento de suas atribuições legais, pedido do próprio titular ou de acordo com as demais possibilidades ou obrigações previstas em Lei. Nos comprometemos, no entanto, a revelar as informações restringindo o acesso ao mínimo necessário para atingir as finalidades exigidas.

No que se refere ao compartilhamento, deverão ser observados todos os dispositivos legais específicos, notadamente os contidos no Provimento 87/2020 nos artigos 1.056 a 1.058.



SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

No que se refere à segurança da informação, empregamos, com a máxima diligência, sistemas de segurança e procedimentos técnicos, físicos e gerenciais usualmente utilizados pelo mercado com a finalidade de proteger dados armazenados e eliminá-los. Dados do Registro Público de Imóveis sujeitam-se ainda às disposições do Provimento nº 74/2018 do CNJ, que versa sobre os requisitos de tecnologia da informação das serventias extrajudiciais. Ressalte-se apenas que nenhum sistema de proteção é completamente seguro, e consideram a tecnologia existente e disponível, conforme a natureza dos dados tratados e a operação do Controlador.



PLANO DE CONTINGÊNCIA EM CASO DE VAZAMENTO DE DADOS


Considera-se incidente de segurança: i) qualquer evento que ponha em risco os dados pessoais e/ou a privacidade de seus titulares, principalmente quando envolver a destruição, a perda, a alteração, comunicação indevida desses dados, ou, ainda, tratamentos que sejam realizados em desconformidade com a Lei ou com as instruções constantes dessa norma; ii) todas as tentativas, ainda que frustradas, de acesso não autorizado ao sistema utilizado para o tratamento dos dados.

Caso qualquer colaborador tenha conhecimento de vazamento de dados que configure incidente de segurança, deve informar imediatamente à lgpd@7ri-rj.com.br, que deverá submeter imediatamente o tema ao encarregado e, ao mesmo tempo:


O processo interno de apuração envolverá: a identificação do responsável pelo vazamento; a identificação da causa do vazamento; a identificação de medidas mitigadoras de riscos de novo acidente e melhorias no procedimento interno e a aplicação de eventuais medidas disciplinares, se aplicáveis.

Havendo incidente de segurança cuja responsabilidade de comunicação à Autoridade Nacional de Proteção de Dados e aos titulares dos dados pessoais caiba ao Cartório, nos casos especificados em Lei e nos regulamentos, deverá ser observado o seguinte:


a) a comunicação do incidente de segurança deverá ser realizada na forma e no prazo estabelecidos pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados;

b) na eventualidade de a Autoridade Nacional de Proteção de Dados determinar a divulgação do incidente de segurança através de meios de comunicação, a forma de divulgação deverá limitar-se apenas àquilo que for determinado.



USO DE COOKIES


Para a coleta remota de dados, a serventia fará uso de algumas tecnologias padrões, como cookies, que são pequenos arquivos de texto que um site, quando visitado, insere no computador do usuário ou no seu dispositivo móvel, por navegador de internet (browser). Todos os navegadores permitem ao utilizador aceitar, recusar ou apagar cookies, em sua aba de configurações. Ao desativar cookies, porém, o usuário pode impedir que alguns serviços da web funcionem corretamente, afetando, parcial ou totalmente, a navegação no website. Os dados técnicos sobre o computador/dispositivo móvel são tratados para identificação de usuários no meio digital e prevenção a fraudes.



DISPOSIÇÕES GERAIS

Com o objetivo de fornecer conteúdo, podemos disponibilizar links para outros websites. O CARTÓRIO não se responsabiliza por tais websites, e nem pela forma como tratam dados pessoais. Da mesma forma, o usuário reconhece a incapacidade técnica e econômica de prevenção absoluta contra atos criminosos que gerem danos oriundos de ataques ou vazamentos de dados. A Serventia não poderá ser responsabilizada por erros na transmissão de dados ou má-qualidade de conexão que possam gerar inconsistências no recebimento de informações.



ALTERAÇÕES DA POLÍTICA DE PRIVACIDADE E PROTEÇÃO DE DADOS


O SERVIÇO DO 7° DE REGISTRO DE IMÓVEIS DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO , doravante denominado CARTÓRIO, tem o compromisso de respeitar a privacidade de seus colaboradores, parceiros, fornecedores e usuários deste site e dos serviços oferecidos em suas instalações físicas e ser transparente no que se refere ao tratamento de dados.